Dezanove empresas do distrito de Évora investem 2,2ME com apoio comunitário

Dezanove empresas do distrito de Évora vão investir um total de 2,2 milhões de euros, com um apoio comunitário de 900 mil euros, no âmbito do Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN), foi divulgado esta quinta-feira.

Em comunicado, a Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), que abrange todos os concelhos do distrito de Évora, indicou que os projetos de investimento apresentados ao PAPN por estas 19 empresas já foram aprovados.

O investimento global é de 2,2 milhões de euros, enquanto a comparticipação do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) atribuída aos projetos ascende a cerca de 900 mil euros, adiantou a CIMAC.

Segundo esta comunidade intermunicipal, destes 19 projetos aprovados, “sete são do setor do alojamento ou restauração e os restantes 12 têm enquadramento em atividades de indústria”.

“O conjunto dos projetos abrange um total de 165 postos de trabalho existentes nestas empresas”, assinalou.

O PAPN visa o estímulo à produção, de base local, com enfoque nos setores da indústria e do turismo, tendo por objetivo central o apoio à manutenção do nível de emprego, beneficiando micro e pequenas empresas, criadas há pelo menos um ano.

Estes incentivos, sublinhou a CIMAC, destinam-se a “apoiar investimentos em máquinas, equipamentos, serviços tecnológicos e digitais e sistemas de qualidade e de certificação que permitam modernizar os processos produtivos das empresas”.

Os projetos apoiados, com investimentos mínimos de 20 mil euros e máximos de 235 mil euros, são de expansão ou modernização e contam com o cofinanciamento FEDER, não reembolsável, com uma taxa que varia entre os 40 e os 55%.

O aviso de concurso do PAPN que enquadra estes apoios foi gerido pela CIMAC, no quadro das verbas contratualizadas para o Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial, no âmbito do Programa Operacional Regional Alentejo 2020.

Estiveram em análise um total de 41 candidaturas de empresas do distrito de Évora, que representavam quase 5,5 milhões de euros de investimento elegível proposto e um incentivo FEDER solicitado de aproximadamente 2,3 milhões de euros.

Contudo, realçou a CIMAC, das 41 candidaturas, 22 não foram admitidas ou aprovadas, por incumprimento dos requisitos de elegibilidade estabelecidos.