Comunidade Intermunicipal exige “reforço de meios” da GNR no litoral alentejano

 

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral (CIMAL), Vítor Proença, exigiu ao Governo “o reforço de meios”, humanos e materiais, para “fortalecer a capacidade de resposta” da Guarda Nacional Republicana (GNR) nesta região.

 

“Há uma falta de efetivos gritante e de veículos motorizados em todos os concelhos do litoral alentejano”, disse o autarca comunista Vítor Proença, em declarações à agência Lusa.

 

O também presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, deu como exemplo as “duas viaturas ligeiras e uma todo-o-terreno” que se encontram “inoperacionais” no posto da GNR de Alcácer do Sal e denunciou a “falta de verbas” para a aquisição de “materiais de limpeza, consumíveis e apetrechamento do parque informático”.

 

“São os militares que têm de fazer a limpeza pontual do posto da guarda, depois da saída da mulher que fazia a limpeza das instalações, quando deviam estar aptos para garantir a segurança e proteção das populações”, afirmou.

 

Além de “défices enormes de recursos humanos e de viaturas”, o autarca apontou também “problemas” nos quartéis da GNR de Vila Nova de Santo André, no concelho de Santiago do Cacém, Grândola, e de Vila Nova de Milfontes, no concelho de Odemira.

 

No encontro, Vítor Proença defendeu ainda “urgência” na colocação de uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) no Serviço de Urgência Básica de Alcácer do Sal e alertou para “a necessidade de reforço do apoio” aos Bombeiros Mistos de Alcácer do Sal e para “a situação perigosa” no acesso à praia da Comporta no período do verão.